Quando você vai comprar algo importante, onde você assiste vídeos?
Essa pergunta parece simples, mas ela explica uma mudança grande no jeito como as pessoas consomem conteúdo em 2025: o YouTube está cada vez mais sendo assistido na TV da sala, como plataforma de streaming.
Pedrosa, Carlos
1/19/20262 min ler


No Brasil, dados apresentados no Brandcast 2025 apontam que o YouTube foi a plataforma de streaming mais assistida em TVs conectadas, com 56% de participação (em lares com pessoas 18+). A mesma apresentação também menciona que o consumo via TV conectada chegou a 80 milhões de usuários e que, pela primeira vez, teria superado o celular.
Nos EUA, a tendência aparece com números semelhantes: em medições citadas pelo TecMundo com base na Nielsen, o YouTube liderou a audiência em smart TVs em julho, com 10,4%, à frente da Netflix (8,4%).
O ponto não é “YouTube ganhou”. O ponto é: o comportamento de consumo mudou e isso muda estratégia para qualquer negócio que dependa de confiança.
O que muda quando o YouTube vira “streaming de sala”?
Quando o público assiste na TV, em vez de rolar o feed no celular, o vídeo entra em outro contexto:
Mais atenção e mais tempo: as pessoas tendem a assistir com menos interrupções.
Conteúdo mais completo funciona melhor: narrativa, explicação e prova ganham força.
Qualidade pesa mais: áudio ruim, imagem fraca e falta de ritmo “cansam” rápido na TV.
Ou seja: não é só sobre views. É sobre percepção de marca.
Enquanto muitos focam só nas redes rápidas, o público está na plataforma de decisão
Reels e TikTok são ótimos para descoberta, alcance e volume. O problema é apostar tudo no “rápido” e ignorar onde as pessoas realmente decidem.
Esses dados de TVs conectadas mostram um cenário claro: uma parcela enorme do público está consumindo YouTube com comportamento de streaming, tanto no Brasil quanto nos EUA.
Na prática, isso cria um descompasso: enquanto muitos estão presos em vídeos de 15 a 30 segundos, uma parte grande do público está em uma plataforma onde conteúdo bem construído vira confiança e confiança vira venda.
O que isso significa para o mercado imobiliário e negócios premium
Em imóveis (principalmente médio/alto padrão), a compra não acontece por impulso. Ela acontece quando o cliente sente que:
entendeu a proposta,
confia em quem está por trás,
e percebe valor com clareza.
E é exatamente isso que o YouTube entrega quando usado do jeito certo:
Tours mais completos, com narrativa e intenção (não só “mostrar cômodo”).
Conteúdo de autoridade, explicando localização, diferenciais, obra, documentação, bastidores.
Histórias reais, que posicionam e constroem desejo sem “gritar preço”.
O vídeo curto pode atrair. Mas o vídeo bem feito no YouTube costuma fechar a conta.
O novo padrão: pensar em linha de conteúdo, não em “um vídeo”
Quem cresce no YouTube em 2025/2026, em geral, não está pensando em “postar vídeos”. Está pensando em:
formatos recorrentes,
identidade visual,
ritmo e edição com retenção,
roteiro com estrutura,
áudio impecável,
e consistência editorial.
Isso é o que transforma canal em ativo.
Como a Simple Air pode ajudar
Aqui na Simple Air, a gente trabalha com especialistas em vídeo para YouTube para construir canal e estratégia com padrão de “conteúdo de decisão”: da ideia ao roteiro, captação, narrativa, edição e linha editorial.
Se você quer parar de depender só de alcance em redes rápidas e construir uma presença que gera autoridade, confiança e vendas, podemos montar isso juntos.
